A Breakdance, também conhecida como breaking/break ou b.boying, é uma dança de rua, parcial da cultura hip-hop, criada por negros americanos e latinos nos anos 70 nos EUA. Dançada ao som do próprio Hip-Hop ou do Eletro.
É composta por passos, energias, B.Boys e B.Girls, que durante uma época sofreram a escassez de recursos para seu progresso. Porém o amor pela dança gerou excelência em sua execução e eliminou esta falta, oportunando a evolução e extensão do público.


Atualmente ativa no Brasil, a dança está bem representada nos elevando a nível internacional. Seu nascimento aqui, surgiu através da pessoa de Nelson Triunfo e do grupo Funk Cia. Ingressou na rua 24 de maio, São Paulo, e quando se encerrou nesta localidade, passou o mastro para a estação São Bento, normando o local como O Templo dos B.Boys.
Derivaram-se destes ocorridos, crews que mereceram seus lugares na história da criação do Breaking, como Crazy Crew, Street Warriors, Nação Zulu, Fantastic Force, Jabaquara Breakers e Back Spin Kings. Através da dança surgiram grupos de destaque no rap como: X (Câmbio Negro), GOG, PMC (Poetas da Rua), M. T.Bonks, KLJ (Racionais Mc’s) DJ Raffa e etc. Se faz fato alegar que das rodas de Break exportaram-se djs, dançarinos e até Mc’s.


Em 1993, o Breaking proporcionou à população brasileira a 1° Amostra Nacional de Hip-Hop, levando a cultura a um grande público espectador. Em 1999 ocorreu o primeiro campeonato que contou com a presença de mais de 30 crews concorrentes.
Não só citando como se originou, é importante delatar que a dança tem suas essenciais etapas: inicia-se com uma preparação chamada de top rock, em seguida encrementa-se com o footwork e finalizá-lo com algum freeze (congelamento), podendo mesclar com movimentos de impacto conhecidos como Power Moves e Spins.


Uma verdade predominante é que muitos B.Boys e B.Girls abandonaram as bases conservadas do Breaking, portando por improvisos. Porém um B.Boy ou B.Girl bom é aquele que é completo ou ao menos se esforça pra isso.
Deixando a mercê as críticas técnicas do ato, olhemos para este influente fator cultural de forma que possamos valorizar sua transcendência que além de envolver-nos, também salva vidas do desazo secular.

Fonte: Jasiele Souza