Diversidade no vocabulário, no flow, presença, resposta, estes são alguns dos elementos que se observa pra definir a qualidade do free lançado nas roda. Mas será que o conteúdo realmente importa? Você freestalerx tem refletido sobre o objetivo da ofensa que acompanha a sua resposta?

Muitas vezes é nas rodas de freestyle que a gente percebe como expressões preconceituosas ainda são reproduzidas e bastante toleradas no RAP. Machismo, racismo, homofobia, gordofobia dentre outras formas de opressão são ouvidas e até comemoradas inclusive pelas plateias de grandes e importantes batalhas do país.

Finalista do Duelo de MCs Nacional em 2012, Mirapotira junto com Cintia Savoli são grandes referências no corre pela mudança dessa situação. Através do projeto “Rima Mina” (acesse aqui), com oficinas e apresentações, estimulam as mulheres a participar e defender suas ideias. A “Batalha das Bruxas” promovida pelo Coletivo Vira-Lata (acesse aqui) é outra importante iniciativa.

MCs, juradxs, plateia, todxs são responsáveis por estimular e fazer a mudança acontecer, por um Freestyle pelo certo. O Vandalize apoia essa ideia e você?